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Lily-Rose Depp e Robert Eggers revelam as influências góticas da nova versão de Nosferatu

Publicado em 3 de Janeiro de 2025 por Wanda Pankevicius Barros

A aguardada adaptação de “Nosferatu”, dirigida por Robert Eggers e estrelada por Lily-Rose Depp, promete trazer uma nova perspectiva ao clássico de 1922 de F. W. Murnau. Com influências que vão de mestres do cinema europeu a artes performáticas japonesas, o filme se destaca por sua abordagem gótica, aprofundando-se nos personagens e na atmosfera sombria da narrativa.

Em entrevista recente à Letterboxd, Eggers define a produção como um “projeto de paixão” que vinha planejando há anos. “Quando Lily leu o roteiro pela primeira vez, ela imediatamente mencionou “Possessão”. Isso me fez perceber que ela era perfeita para o papel”, conta o diretor, destacando a conexão imediata da atriz com uma das principais inspirações do filme. Depp interpreta Ellen Hutter, descrita como o “coração pulsante” da história. Sua performance foi comparada à de Isabelle Adjani em “Possessão” (1981), do diretor Andrzej Żuławski, e em “Nosferatu – O Vampiro da Noite” (1979), ambos fundamentais na construção da personagem.

 

Isabelle Adjani em “Possessão” (1981) and Depp em “Nosferatu” (2024).

 

“É uma honra retratar a mesma personagem que Adjani”, afirma Depp. “Eu sempre admirei seu trabalho, especialmente em “Possessão”, que considero uma das performances de posse mais icônicas de todos os tempos.” Para Eggers, a influência de Żuławski se estendem a outras obras do cineasta, como “Diabel” (1972) e “A Terça Parte da Noite” (1971).

Além disso, o diretor recorreu a outros clássicos do cinema para moldar sua visão. Entre eles, o próprio “Nosferatu” (1922), de F. W. Murnau, que serve de base para o filme; “Gritos e Sussurros” (1972), de Ingmar Bergman, que influenciou a atmosfera carregada e os silêncios das cenas; “Os Inocentes” (1961), de Jack Clayton, grande influência cinematográfica para a produção de Eggers; “Onibaba – A Mulher Demônio” (1964) e “O Gato Preto” (1968), do cinema japonês, que trouxeram elementos estéticos e temáticos; além de “964 Pinocchio” (1991), que inspirou parte do design de som da obra. Muitos dos filmes citados encontram-se no catálogo da Darlflix+, como as versões anteriores de “Nosferatu”, “Possessão”, “Diabel”, “Os Inocentes” e “Onibaba”.

A nova adaptação de “Nosferatu” promete trazer uma nova profundidade ao mito do vampiro, combinando tradição e inovação em uma obra que celebra a essência do cinema gótico.

 

 

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