O terror tem muitas faces, fantasmas, demônios, monstros, cultos secretos, psicopatas e até realidades alternativas. Mas, há uma figura que, quando colocada no centro dessas histórias, ganha uma potência ainda mais intensa: a mãe. Seja como heroína, vítima ou vilã, ela representa o amor incondicional, o sacrifício absoluto… e, às vezes, uma força sombria.
Para celebrar o Dia das Mães, reunimos 14 filmes em que a maternidade cruza caminhos com o mistério, o medo e o inexplicável. São obras que abordam os medos reais e sobrenaturais da experiência materna — da perda ao amor que desafia até as forças do além e segue lutando, com unhas, dentes…
Prepare-se para ver essas personagens com outros olhos… Todos os filmes estão disponíveis na Darkflix+, você tem coragem?
- O Bebê de Rosemary (2014 – minissérie)

Nesta releitura moderna da obra clássica de Ira Levin, Rosemary é uma jovem que, ao lado do marido, se muda para um luxuoso apartamento em Paris. Com a gravidez desejada finalmente acontecendo, ela começa a sentir que há algo de errado — tanto com seus vizinhos quanto com seu próprio corpo. A série expande o dilema de Rosemary como futura mãe em um ambiente que parece conspirar contra sua sanidade e autonomia, transformando a gestação em um verdadeiro pesadelo psicológico.
- O Sexto Sentido (1999)

Malcolm, um psicólogo infantil, tenta ajudar Cole, um menino com comportamentos enigmáticos e traumas profundos. Paralelamente, a mãe de Cole — interpretada por Toni Collette em um de seus papéis mais comoventes — lida com a dor de não compreender o que aflige seu filho. Sua luta emocional e seu amor incondicional se tornam o fio sensível da narrativa, revelando o lado mais humano por trás do mistério.
- Os Outros (2001)

Grace vive isolada com seus dois filhos em uma mansão sombria, onde a luz solar é proibida devido a uma rara doença das crianças. A atmosfera gótica e o clima de crescente tensão refletem a complexidade da maternidade diante do luto, da solidão e de forças inexplicáveis. Nicole Kidman entrega uma atuação intensa, explorando o amor protetor e a fragilidade de uma mãe à beira do colapso.
- Coraline e o Mundo Secreto (2009)

Coraline é uma garota curiosa que descobre uma porta secreta em sua nova casa, levando-a a um mundo alternativo onde tudo parece perfeito — inclusive sua “outra mãe”. Mas por trás da aparência encantadora esconde-se uma entidade ameaçadora. O filme é uma metáfora sombria sobre o papel das mães e a linha tênue entre cuidado e controle, encarnada de forma aterrorizante pela “outra mãe”.
- O Babadook (2014)

Amelia é uma mãe solo, ainda lidando com o luto pela morte do marido, enquanto enfrenta os comportamentos cada vez mais estranhos do filho pequeno. Quando um livro infantil macabro chamado Mister Babadook aparece misteriosamente, o pesadelo começa. O filme é um estudo sensível e assustador sobre depressão pós-luto e o peso psicológico da maternidade, com Amelia no centro de uma espiral emocional e sobrenatural.
- Relíquia Macabra (2020)

Três gerações de mulheres — avó, mãe e filha — se reúnem quando a idosa Edna desaparece de sua casa. Ao retornar, ela parece diferente, e a tensão cresce conforme eventos inexplicáveis tomam conta do ambiente. A protagonista Kay, filha de Edna e mãe de Sam, enfrenta o temor da perda de identidade, tanto da mãe quanto de si mesma. Um terror sutil e tocante sobre envelhecimento, herança emocional e o ciclo da maternidade.
- Precisamos Falar Sobre Kevin (2011)

Eva sempre teve dificuldades em se conectar com seu filho Kevin. À medida que ele cresce, comportamentos estranhos e perturbadores surgem, culminando em consequências devastadoras. O filme alterna momentos do presente e passado, revelando as dores da maternidade sem romantização, especialmente quando o vínculo entre mãe e filho parece quebrado desde o nascimento. Uma obra intensa sobre culpa, rejeição e responsabilidade.
- Excisão (2012)

Pauline é uma adolescente obcecada por cirurgia e sangue, vivendo em um lar suburbano onde sua mãe religiosa tenta a todo custo “normalizá-la”. A relação entre mãe e filha é marcada por repressão, confronto e incompreensão. A mãe, rígida e controladora, tenta manter a aparência de uma família ideal enquanto ignora os sinais de desequilíbrio psicológico da filha. Um retrato grotesco da disfunção familiar com pinceladas de humor negro.
- O Dia das Mães (2010)

Três irmãos em fuga buscam abrigo na antiga casa da mãe. Ao encontrá-la ocupada por novos moradores, inicia-se uma noite de tortura e vingança liderada pela matriarca — uma mulher fria, manipuladora e ferozmente protetora. A figura da mãe aqui é subvertida: ela é a líder cruel de uma família criminosa, cujo amor pelos filhos ultrapassa todos os limites morais.
- Água Negra (2002)

Yoshimi é uma mãe divorciada tentando recomeçar a vida com a filha pequena em um novo apartamento. Quando infiltrações misteriosas começam a surgir, ela descobre que há algo de muito errado no prédio. O amor incondicional de Yoshimi guia todas as suas decisões, mesmo diante de eventos paranormais. Um terror japonês delicado e melancólico sobre abandono, perda e sacrifício materno.
- Shelley (2016)

Louise vive isolada com o marido e contrata uma jovem romena para ser barriga de aluguel. Com o tempo, estranhos fenômenos cercam a gestação, afetando emocionalmente as duas mulheres. A maternidade é tratada aqui como uma transformação física e espiritual dolorosa, levantando questões sobre identidade, controle do corpo feminino e o instinto primitivo ligado ao ato de gerar uma vida.
- A Visita (2015)

Dois irmãos vão passar alguns dias na casa dos avós maternos, que nunca conheceram. Com o passar do tempo, comportamentos bizarros e situações sinistras os fazem questionar a realidade. A mãe, ausente fisicamente mas presente em videoconferências e lembranças, carrega um trauma familiar que desencadeia os eventos da trama. Sua ausência temporária contrasta com o peso permanente de suas decisões passadas.
- Mama (2013)

Após serem encontradas vivendo sozinhas em uma cabana, duas meninas são adotadas por um casal. A adaptação à nova vida é comprometida por uma entidade sobrenatural que parece agir como uma figura materna possessiva. O filme contrapõe a nova mãe adotiva, humana e hesitante, à presença fantasmagórica que representa uma maternidade monstruosa, abordando temas como vínculo afetivo, trauma e instinto protetor.
- Terror em Silent Hill (2006)

Rose leva sua filha adotiva para a cidade fantasma de Silent Hill, em busca de respostas sobre as visões perturbadoras da menina. Envolta por névoa e perigos sobrenaturais, a jornada de Rose é marcada por coragem, desespero e amor materno. Ela se torna uma heroína trágica, enfrentando horrores impensáveis por sua filha em uma cidade dominada pela culpa, fanatismo e entidades malignas.
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