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David Bowie, o camaleão que nunca deixou de reinventar o futuro

Publicado em 8 de Janeiro de 2026 por Wanda Pankevicius Barros

Se estivesse entre nós, David Bowie completaria 79 anos neste dia 8, data que segue a ser celebrada como um lembrete da vitalidade de um artista que nunca aceitou o óbvio.

Bowie iniciou a carreira nos anos 1960 ainda em busca de identidade, experimentando o folk, o pop e a música de vanguarda até encontrar, no início da década seguinte, a combinação perfeita entre ambição artística e apelo popular. O estouro veio com “Space Oddity”, mas foi com a criação de Ziggy Stardust, um alienígena andrógino, rockstar e messias, que Bowie redefiniu os limites do que um músico poderia ser, inaugurando uma trajetória marcada por reinvenções constantes.

Ao longo das décadas, Bowie se recusou a permanecer no mesmo lugar. Transitava do glam rock ao soul, do experimentalismo berlinense ao pop de alcance global, sempre à frente do seu tempo. Essa inquietação também se refletiu no cinema, onde construiu uma filmografia singular. Interpretou o alienígena melancólico de “O Homem que Caiu na Terra”, viveu o vampiro elegante de “Fome de Viver”, encarnou o enigmático Rei dos Duendes em “Labirinto” e surpreendeu como Nikola Tesla em “O Grande Truque”, de Christopher Nolan. Em cada papel, levou para a tela o mesmo magnetismo e estranheza que definiram sua presença musical.

A relevância de Bowie não se resume a estilos ou personagens. Ele antecipou debates sobre identidade, gênero e liberdade criativa quando esses temas ainda eram tabu no mainstream, influenciando gerações de artistas na música, na moda e nas artes visuais. Seu último álbum, Blackstar, lançado poucos dias antes de sua morte em 2016, consolidou essa postura ao transformar a despedida em obra de arte, recebida como um testamento criativo.

Mesmo após sua partida, Bowie permanece em movimento. O espólio do artista tem mantido vivo seu legado com lançamentos póstumos, caixas de arquivo, remasterizações e projetos audiovisuais que revelam gravações raras e contextualizam diferentes fases de sua carreira, além de documentários e exposições que continuam a atrair novos públicos.

Revisite as atuações do artista em “O Homem que Caiu na Terra”, “Fome de Viver” e “Labirinto”. Os filmes estão disponíveis na Darkflix+.

 

 

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