Criado há mais de um século nas páginas de Bram Stoker e eternizado nas telas por inúmeros rostos, o Conde Drácula continua sendo o vampiro mais célebre da história do terror. Para homenagear o personagem, celebrado no último dia 26 de maio, Dia Mundial do Drácula (data que coincide com o aniversário da publicação do livro), preparamos uma seleção especial com algumas das versões mais marcantes do sanguessuga no cinema.
De clássicos imortais com Bela Lugosi, passando por Christopher Lee, até releituras inusitadas, esta lista é um verdadeiro banquete para os fãs das criaturas da noite. Os oito títulos estão disponíveis na Darkflix+, você tem coragem?
Drácula (1931), Dir. Tod Browning

O Drácula mais icônico do cinema. Nesta adaptação da peça da Broadway, Bela Lugosi eternizou a figura do vampiro sofisticado, de capa esvoaçante e sotaque hipnótico. Foi o primeiro grande sucesso da era de ouro dos monstros da Universal e consolidou o arquétipo do vampiro no imaginário popular. Lugosi falava inglês com forte sotaque húngaro e sabia suas falas foneticamente, o que acabou contribuindo para o tom misterioso do personagem.
Drácula: O Vampiro da Noite (1958), Dir. Terence Fisher

Primeira aparição de Christopher Lee como Drácula pela Hammer Films. Violento, carnal e intensamente ameaçador, Lee reinventou o conde como um predador silencioso e feroz. Este filme também marcou o início da lendária parceria entre Lee e Peter Cushing (como Van Helsing). O filme enfrentou censura em vários países por mostrar sangue em Technicolor, algo ousado para a época.
Drácula – O Príncipe das Trevas (1966), Dir. Terence Fisher

Nesta sequência direta, o conde retorna de forma ainda mais macabra. Christopher Lee não profere uma única palavra ao longo do filme, o que aumentou a aura ameaçadora do personagem. O ator alegou que os diálogos escritos para o conde eram ruins, e por isso optou por atuar em silêncio — uma decisão que funcionou surpreendentemente bem.
Os Ritos Satânicos de Drácula (1973), Dir. Alan Gibson

Um dos últimos filmes da Hammer com Christopher Lee, misturando espionagem, ocultismo e ficção científica. Ambientado nos anos 1970, mostra um Drácula moderno conspirando para espalhar uma praga mortal.
Drácula – Morto, Mas Feliz (1995), Dir. Mel Brooks

Uma paródia hilária dos filmes clássicos de Drácula, especialmente a versão de 1931. Leslie Nielsen interpreta o vampiro com seu humor nonsense característico, transformando sustos em gargalhadas. O filme é uma homenagem direta ao cinema gótico e, apesar das críticas mistas, virou cult entre os fãs de comédia e terror.
Blácula – O Vampiro Negro (1972), Dir. William Crain

Um príncipe africano é amaldiçoado por Drácula e desperta nos anos 70 em Los Angeles. O longa mistura crítica social e horror gótico ao estilo blaxploitation. O diretor William Marshall, que também era dramaturgo, propôs alterações no roteiro para dar profundidade e dignidade ao personagem — o que elevou o filme a um patamar cult.
Nosferatu (1922), Dir. F.W. Murnau

A versão não autorizada de “Drácula” que acabou se tornando uma obra-prima do expressionismo alemão. Max Schreck interpreta o vampiro como uma criatura monstruosa, grotesca e animalesca — diferente de todas as outras versões. A viúva de Bram Stoker processou os produtores, o que quase levou à destruição de todas as cópias. Felizmente, algumas sobreviveram, e o filme se tornou uma lenda do cinema mudo.
Nosferatu, o Vampiro (1979), Dir. Werner Herzog

Uma reinterpretação sombria e melancólica da obra de Murnau. Klaus Kinski entrega uma performance hipnótica e sofrida como o vampiro, imbuído de tristeza e decadência. O filme é poético, atmosférico e visualmente deslumbrante. Herzog utilizou efeitos práticos, iluminação natural e locações reais para recriar a atmosfera dos filmes de horror do cinema clássico.
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